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Minorias?

O Brasil tem mais de 190 milhões de habitantes. Mais de 40% declaram-se pardos, enquanto que 15 milhões são pretos. O censo do IBGE mais recente (2010) contabilizou mais de 67 mil casais formados por pessoas do mesmo sexo. Além disso, na pesquisa, quase 24% da população disse ter alguma deficiência. Mas a comunicação e a produção de conteúdos audiovisuais parecem continuar alheias a isso.

Um estudo recente mostrou que as mulheres ainda são minoria na publicidade, enquanto que mulheres negras, por exemplo, ocupam papeis principais em apenas 1% da publicidade.

Dar espaço a mulheres, deficientes, pretos e à população LGBT não é uma questão de ser “politicamente correto”. Aliás esse pensamento deveria ser banido de nossa sociedade; deveríamos fazer o que é o certo por ser o correto a ser feito! É uma questão de retratar a realidade, de falar com quem quer e merece ser ouvido. É fundamental impactar esse público (bem como, toda a universalidade de público, pois somos diferentes em detalhes mas iguais em essência), criar empatia com esses consumidores para que eles se identifiquem com as empresas e queiram consumir os produtos e serviços que lhes são oferecidos.

Estigmas e estereótipos são outra face deste problema, que tornam “invisíveis” certos setores da sociedade. É como se os pretos não pudessem ser donos de carros, ou como se apenas mulheres lavassem roupa e fizessem outros serviços domésticos, ou ainda se deficientes não pudessem ter conta em banco. As exceções são raras.

Na Mirabilis, temos orgulho em dizer que temos, entre nossos clientes, 15 ONGs, para as quais já criamos vídeos sobre inserção/inclusão, prevenção de doenças, baile para adolescentes de regiões menos favorecidas, vila residencial para portadores de necessidades especiais, entre outros. Em nossos vídeos, mostramos a diversidade naturalmente. Clientes como IAPE, Casa Beth´l e Rukka, Lado a Lado, optaram por ter, como protagonistas de seus vídeos, pessoas que são parte dessas “minorias” – na verdade, uma maioria imensa, que não quer nem merece ser tratada como invisível.

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